terça-feira, 26 de março de 2013

Começando do começo

Algumas pessoas sabem desde bem pequenas “o que vão ser quando crescer”. De médico à astronauta, os sonhos infantis não têm limites. Há quem siga esses sonhos. Outros acabam em caminhos distintos, seja por terem mudado de ideia, ou por qualquer outro motivo.

Eu já quis ser artista plástica, empresária, jornalista, oceanógrafa, psicóloga, fotógrafa e escritora. Podemos dizer que os dois últimos estão em andamento, e que mesmo que não virem profissão, vou fazê-los por prazer até quando Deus quiser. No entanto, do alto dos meus 23 anos – muito bem vividos, por sinal - não tenho uma profissão para chamar de minha, nem um diploma na parede. E não, isso não me preocupa mais (nem significa que eu viva à toa por aí, vagando pelas ruas ou pelo facebook sem rumo e sem limite, rs). 

Confesso que, depois de casada, busquei muito alguma coisa que preenchesse meu tempo e meu bolso de forma satisfatória. Me dediquei a algumas coisas, trabalhei, aprendi muito. E no final do dia (ou a qualquer hora dele), eu sempre estava pensando como seria minha vida quando eu tivesse um filho.

Esse é mesmo um sentimento inato em mim. Não sei explicar quando ou onde ele surgiu. Sei que é uma vontade muito forte, que só fez crescer depois que me casei - e para minha felicidade, o pai em questão é super a favor do assunto também. Além de todas as pesquisas que eu faço sobre assuntos mais sérios (que falarei no próximo post), ainda leio vários blogs maternos, muito conteúdo mais leve, digamos assim, mas não menos importante. Gosto muito de ler as experiências de cada uma. Também não me lembro por qual comecei, mas um foi me levando a outro e a outro e hoje esse é um assunto muito recorrente pra mim, já faz parte da minha rotina.

Ainda não sou nem tentante oficialmente, e achei que só fosse criar um blog quando estivesse grávida. Como podem ver, não aguentei, rs... Tanto pelo fato de querer registrar esse momento, mas também porque aqui sei que não estou sozinha. Eu nunca fui de comentar muito nos blogs, era daquelas leitoras caladinhas mesmo, mas comecei a me sentir muito fora dessa roda e resolvi entrar nessa dança também. 

A maternidade está presente nos meus planos desde sempre, eu acho. Puxando aqui pela memória, sempre afirmei que seria mãe. Brincar de boneca foi o que eu mais fiz durante a minha infância. Eu conversava tanto com as bonecas, que minha mãe dizia que esperava o dia em que elas fossem responder, rs.

É...pensando bem, eu também sei desde criança o que eu sempre quis ser quando crescesse. 

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