terça-feira, 28 de maio de 2013

A ficha que caiu, gente que não entende e a solução para evitar a fadiga

Semana passada, depois de uma conversa casual com uma pessoa bem próxima a mim, percebi uma coisa: eu sou a única pessoa que eu conheço, dentro de um perímetro curto de espaço, ou seja, na roda mais chegada mesmo, que tem certos princípios e opiniões dentro do mundo materno. 99.9% das outras pessoas se não pensam exatamente o contrário, estão bem perto disso, e eu sempre me senti meio isolada. Eu ia falar 100%, mas achei meio radical. E também não são todas que me enchem a paciência com discursos tortos, então relevei isso (marido não incluso na porcentagem, óbvio).
A única pessoa que eu conheço na minha vida fora do blog, quero dizer. Na verdade, o caminho contrário é exatamente inverso: aqui, com vocês, eu encontro uma identificação absurda. São muito mais pessoas que dividem os mesmos princípios que os meus, do que o contrário. Bem mais mesmo. E no começo, quando eu ainda não tinha meu próprio espaço aqui na blogosfera, cheguei até a me "assustar" com isso. Do tipo: jura que eu não estou errada em pensar X, ao invés de Y? Uma sensação de alívio e pertencimento, juntos.

Não que eu quisesse um reconhecimento, ou uma salva de palmas pelas minhas ideias. 
Mas eu preciso confessar uma coisa: já cheguei a pensar que, pelo menos de vez em quando, as minhas ideias seriam encaradas - quando eu deixo algo no ar, como quem não quer nada - como escolhas pessoais, apenas. E quem sabe daí poderia surgir uma conversa, uma curiosidade boa. Uma troca. Pelo menos por enquanto, não é bem isso que eu encontro. E depois que a ficha caiu, agora eu seguro a minha língua perto de algumas pessoas. Depois da conversa que mencionei no início do texto, percebi que não vale a pena. E veja só, eu nem estou dizendo que eu sou a chata que só fala de maternidade, não. Algumas vezes, o assunto nem é diretamente comigo, aliás, mas se eu solto uma micro opinião, ou se apenas pergunto a visão da pessoa sobre determinado assunto, a coisa fica feia demais. Tem também a versão "não levem o que ela fala a sério, deixa o bebê nascer que a gente conversa". 
Às vezes, eu fico tão empolgada com as coisas que aprendo, que quero sair falando pra todo mundo, feito criança quando aprende alguma coisa nova na escola. Mas, em geral, eu recebo umas respostas tão broxantes que já cheguei a ficar mal mesmo, arrependida de ter começado a falar.
Eu não acho que todas as pessoas devam dançar conforme a mesma música (eu, por exemplo, não me imagino sendo uma exímia dançarina de tango; e é melhor eu nem tentar mesmo, porque né...). Já até falei disso lá na pracinhaEnfim. Gosto de deixar isso claro porque, quando eu falo das minhas opiniões, é com tanta convicção que isso pode ser confundido com outra coisa. Mas não é mesmo. 
Eu só fico feliz por ter me encontrado. Eu não me sentia confortável dentro dos conceitos do senso comum. Sentia-me incomodada em pensar que teria que agir de determinada maneira, quando o coração já me dizia exatamente o oposto. E, dentro desse incômodo, saí da inércia e fui em busca de informações válidas. De repente, não mais que de repente, descubro que muita coisa que, em mim, é instinto em estado bruto, é respaldado pela ciência. E que muito mais gente aplica isso em suas vidas. E tá todo mundo bem, saudável, feliz! O caminho foi exatamente esse: encontrei fora, tanto na teoria como na prática de muitas famílias, atitudes que eu sentia pulsar dentro de mim há muito tempo. 

A teoria, um abraço de pelúcia e meu pé grande.

E agora estou assim: no meu canto, com minhas leituras e a companhia da blogosfera. E com o meu instinto, que é a única razão que eu sei usar. Conversando com quem está interessado numa troca bacana. Quando Bolota nascer, vamos descobrir o que dá certo e o que não dá para a nossa família recém-nascida. Mas isso não impede que eu já tenha os meus próprios posicionamentos dentro da maternagem. Não tenho pressa e não tenho nada definido. A gente aprende é mesmo na prática.

Mas logo depois daquele papo, me peguei pensando: nossa!, jogo duro esse de ser a diferente. Porque muita gente fala que respeita a decisão do outro, é um discurso realmente lindo. Mas, quando todo mundo à sua volta pensa - e age - mais ou menos da mesma forma, a prática diminui e só ficam as palavras. E puta merda!, como a coisa aumenta quando o assunto é maternidade!

É inevitável pensar: se quando eu deixo solto algum pensamento no ar e tenho que ouvir tanta coisa de volta, como vai ser quando me virem colocar tudo em prática com o meu bebê-bolota? Como vai ser quando perceberem que eu pautarei as minhas atitudes levando em maior conta que aquele pacotinho redondo e macio no meu colo é uma pessoa, veja só que surpresa, e não um boneco? Que eu estarei interessada em cuidar, criar e amar, e não em adestrar ter um centro de treinamento intensivo dentro de casa? Não penso sofrendo, não. Ando meio sem tempo pra isso até.
Chega a ser engraçado tudo isso, tenho procurado rir mais das situações, pra ficar mais leve. Não vou me preocupar com o que não vale a pena. Até porque, questões existentes no outro, não é assunto meu - mesmo que respingue em mim; isso eu já entendi e deixa tudo mais leve.

Pensei (eu só penso, o tempo todo, em tudo, haha) em todas as indiretas - e as diretas ainda mais - que vão chegar (serão tentativas frustradas, já aviso, porque se eu já sou osso duro de roer, vocês ainda não conhecem o pai dessa criança). Sobretudo, pensei que eu não quero perder o meu precioso tempo gastando saliva à toa. Tenho muita preguiça disso. Meu foco estará em outro lugar, se é que me entendem. 
Mas como eu sou uma pessoa que gosta de ajudar os outros, matutei bem e cheguei numa conclusão genial (cof, cof). Vou compartilhar com vocês, é o seguinte: aos desavisados que não sabem dos meus posicionamentos e vierem proferir alguma asneira coisa infundada, ao invés de ficar brava, darei como presente um incrível, original, incomparável... Tamagotchi!!!

Google Imagens

Com uma mensagem carinhosa, numa letra bem bonita: "Cuide do seu bichinho virtual, que eu cuido do meu filho. Um beijo, mamãe". 
Marido até disse que a pessoa vai poder escolher a cor! Somos muito legais mesmo, podem dizer.
Assim, evito maiores frustrações e ainda ajudo a diminuir a ansiedade da pessoa em tomar alguma atitude. (ou resolvo o problema de falta do que fazer, que só isso justifica (só que não) intromissão na vida alheia). Quer exercer as suas vontades em cima de outro ser? Que seja num virtual, então.

E com vocês, como é: tem gente linda, elegante e sincera que compartilha pensamentos, dores e delícias na vida fora dos blogs? Ou querem ir comigo comprar o estoque de tamagotchi? Tô querendo mesmo desvirtualizar vocês :))

Tem que rir, que a vida é curta e passa rápido!


ps: Oi, meu nome é Marina e preciso confessar: eu não sei escrever pouco. Era só pra falar da minha ideia de lembrancinha, mas eu sou uma matraca quando escrevo. Continuem me amando. Obrigado!

25 comentários:

  1. Claro que amamos o seu palavrório desde sempre, vc sabe. :)
    Adorei o tamagotchi!! Hahahaha Vocês são ótimos!
    Tá certíssima, amiga, de não se estressar. Só tem que ficar em paz mesmo, curtindo o umbiguinho.
    Eu, por outro lado, acho que vou gostar de causar. Aliás, já gosto. Hahaha E me divirto com a cara do povo quando eu digo que não vai ter mamadeira em casa. Rsrs Só vou me preocupar de justificar as coisas pra minha mãe, que vai me ajudar, e que eu sei que vai querer o melhor pra gente. O resto, se tiver olhos pra ver, e ouvidos pra ouvir...
    Adorei a foto! São dois dos livros da minha biblioteca recentemente iniciada. O outro é Parto Ativo. Não vejo a hora de começar a lê-los.
    Beijos, Ma! Beijos, Bolotinha!

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    1. Ai, que bom que vocês não fogem pras montanhas quando veem o tamanho dos meus posts, Nana, hahahaha
      Eu já me estressei, sabe? Mas tô querendo me focar cada vez mais no que me interessa, que é Bolota! E mais leituras, sempre!! A felicidade por ter me encontrado aqui é bem maior que o stress :)
      A única coisa que já falei pra alguns, é que baby não vai ter berço. Causou um certo incômodo, mas tô nem aí. Pros meus pais eu explico, sabe. Porque dividimos casa e acho importante estarmos em paz, haha. Algumas coisas eles aceitam bem, outras nem tanto, mas é mais relacionado a coisas futuras, então não vou encucar com isso agora.
      Os livros são ótimos, tô amando!! E daqui a pouco você tá lendo tudo também o/

      Beijo duplo pra você!

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  2. Vou te contar uma coisa: as pessoas respeitam a opinião dos outros sobre parto, desde que você diga que vai marcar uma cesárea e vai fazer um quarto de bebê na tok stok, do contrário, você é a radical, a louca, a maluca, a insana que vai arriscar a vida do seu filho. Eu já aprendi, depois de tanto me irritar com as pessoas, que existem aquelas que simplesmente se conformam com o pacote de intervenções de parto e ok, vivem bem com isso. Eu, você, algumas meninas da blogosfera, sabemos que não é isso que queremos, então, lemos, nos informamos, e fomos atrás de médicos capacitados a nos oferecer o que queremos: uma experiência de parto, não uma operação.
    No meu caso, que ainda não decidi se quero parir em casa ou se prefiro o hospital (por uma questão simples - moro em AP, condominio grande e não sei se me entregaria de verdade ao TP), conto apenas com o suporte do meu marido. Minha mãe sabe que quero um parto natural, mas não comentei que esse parto natural vai ser numa banheira, caso não seja em casa. Eu e marido achamos que quanto mais abrimos nossa opinião, mais margem à "meteção de bedelho" abrimos, então, fica entre nós dois. E olha, mesmo sem falar nada, já ouvi da minha sogra que "eu sou mto baixinha, não vou ter PN", minha tia que queria ter os filhos de cócoras "marca cesárea, é rápido, sussa", então, assim, por mais que as pessoas se preocupem, queiram ajudar, eu me privo de comentários que mais irritam do que ajudam......rsrsrs
    É legal você comentar com as pessoas que te entendem, pq vc dizer que quer se sentir uma leoa parindo, vai ser mal interpretado por 98,9% das pessoas, pode ter certeza! hehe
    Agora, depende de vc, para mim, esses comentários mais me atrapalham do que ajudam, prefiro não ouvir! Tem gente que adora escutar e debater, mas eu acho um desperdício de energias! hehehe
    bjoks
    Carol

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    1. Carol, é exatamente isso: "comporte-se como eu, que te apoiarei até o fim", ai que saco, quanta mesmice!!

      Ahh, que legal saber que você considera parir em casa, mesmo que ainda não tenha se decidido. Realmente, em que ser um lugar onde você saiba que vai se entregar; eu ainda tô pensando se vai ser mesmo na Casa de Parto ou no hospital (aqui em casa não rola, vou deixar pro segundinho, haha)
      Quanto ao que dizem do parto, aqui até não escuto muita coisa sobre cesárea, mas sobre ser 100% natural, ninguém acredita. ¬¬ fora os outros assuntos, né... complicado!
      Eu também não tenho paciência pra discutir, geralmente faço uma cara de alface e pronto, rs - ainda mais que as pessoas que mais enchem o saco, não escutam, porque nunca param de falar, então eu não perco meu tempo.

      Vamos seguindo juntas aqui, e os outros que fiquem com suas neuras! hehe

      Beijo beijo!

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    2. Certeza!! então, meu negócio de parir em casa é que fico com receio da quantidade de pessoas nos meus 50m², além do barulho do condomínio. Não sei se vou parir sábado, cheio de furadeiras...rs e penso na questão logística da bagunça, da sujeira...dessas coisas práticas. Por outro lado, pensar em ir pro São Luiz me dá uma preguiçaaaaa......rsrsrs
      Sobre parto, já escutei que vou ficar com a vagina larga, que meu marido vai deixar de gostar (?) e que vou rir e fazer xixi, por causa do "trabalho" todo. Pode isso Arnaldo? como isso me irrita MUITO, eu ignoro e não falo mais! hahahahhhahahahah
      Depois, quando parir, eu digo, olha, a Carolzinha tá igualzinha, quer ver uma foto? kkkkkkkkkkkkk
      bjoks

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    3. Ahh, entendi. Aqui o AP também é pequeno e o condomínio é grande... e ainda com meus pais aqui, não me sentiria tão à vontade, sabe?

      Ah, mas pelo amor de Deus! Esse povo se "preocupa" com umas coisas que não tem cabimento. Vamos fazer uns cartazes falando que o que dilata é o colo do útero, e não o canal de parto? hahaha Ou melhor, fala que tem a foto e vai ser mais legal, kkkkkkkkk

      Beijão!

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  3. Oi Ma, adorei o tamagotchi, mais vc ainda tem uma "desculpa" pra dar pras pessoas como lembrancinha neh?! e quem ainda não esta gravida?!!! kkkkkk
    Mais é isso que eu e meu marido fazemos também, não deixamos os de fora se meter nas nossas vidas e opiniões...afff o povinho viu...acho o fim as pessoas imporem que você tem que ter parto cesária (por exemplo) porque é melhor (OI?)melhor pra quem? Escuto muitas criticas quando digo que quero ter parto normal....mais dou umas "patadas", as caras ficam feias e todo mundo trata de mudar de assunto....Mais vc esta certinha de não se estressar....a vida é tão curto e essas pessoas perdem tempo cuidando das nossas vidas....
    Mais é isso ai, vamos contornando as situações e fazendo o que acreditamos.
    Bjus em você e na bolotinha!!!
    http://seraquevousermae.blogspot.com/

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    1. Pois é, o outros são muito "preocupados" com a vida alheia, né?! E o teto de vidro lá, cada vez mais sujo. Mas enfim. Vamos comprar estoques de bichinhos virtuais e cuidar dos nossos babys (ou dos preparativos enquanto não chegam na barriga) que é melhor pra gente, né?!

      Brigadão pelo comentário!!

      Beijo beijo!

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  4. Eu sinceramente não discuto. Nunca fui do time de discutir, aliás, agora então que minha paciência tá curtinha, deixo só o povo falar. Aí depois me pergunto: por que raios as pessoas tem tanto palpite e acham que corretos são aqueles palpites e não os princípios que a gente tem?
    Fico putíssima com quem se finge de muito interessado pra depois ficar destilando ~~opiniões~~. Semana passada tive uma experiência parecida com uma pessoa que perguntou sobre os nomes que tínhamos em mente. Eu relutei em dizer até pelo grau de intimidade com a pessoa. Foi eu falar pra fulana botar defeito em to-dos! Minha vontade foi, primeiro dar uma voadora nela, e depois perguntar se o filho era dela ou meu.
    E acho lindoooooo esses palpiteiros receberem tamagotchi! Até eu fiquei com vontade de um, apesar de ser mais vítima das opiniões do que qualquer coisa. hahahahahahahahahaha
    Beijos nos dois!

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    1. Romana, eu tenho uma tendência forte a ser revoltada (hahaha), mas não quero passar nervoso pra Bolota, então agora eu nem toco no assunto. Tá melhor assim. Não tenho paciência de debater, e acho que dependendo da pessoa nem vale a pena mesmo.

      E pelo amor, né! Criticar escolha do nome do baby? Dá um tamagotchi e diz que nele a pessoa pode colocar o nome que quiser, hahahahha

      Beijo, querida!!

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  5. Adorei a ideia do bichinho virtual, pena que é muito caro...srsrs
    Super me identifiquei com o post, o pior é que não aprendo e continuo falando sobre meu parto =/, o jeito é mentir, já que a verdade incomoda tanto.
    O pior nem é a pessoa ter uma opinião diferente, discussões, desde que sejam saudáveis, são ótimas, mas querer impor o que se pensa é demais.
    Adorei os livros =), quero comprar pra mim tbm. Vc já leu 'Parto com Amor'? Nossa é mto lindo, mto emocionante.
    Bjuss de nós dois para vcs dois!

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    1. Ihh, Má, verdade, é bem carinho, né?! Saco, vou ter que pensar em outra coisa, haha

      Eu agora só falo com marido mesmo, e algumas coisas com a minha mãe, que é uma das únicas que respeita, sabe? A gente tem que evitar a fadiga com esse povo, melhor ficar calado mesmo...

      Os livros são ótimos!! Compra, sim! Agora tem outra promoção no Cientista que Virou Mãe, do Livro da Maternagem por um preço mais em conta, vale a pena!
      Parto com Amor só li na livraria, não tenho. Mas é lindo lindo mesmo ^^

      Beijos duplos pra vocês!

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    2. Se o livro fosse meu te emprestava =/, pq agora economizando para o parto não posso gastar com nadinha...ehehe!
      Bjuss

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  6. Oi, Marina.

    Também me senti muito mais acolhida depois que comecei a frequentar a blogosfera materna. Pelo fato de a minha filha ainda não ter nascido, vejo muito nariz torcido quando comento minhas decisões e minhas opiniões sobre a maternidade. Nesse ponto, tento usar a filosofia que sempre uso para as outras áreas da minha vida. Eu me pergunto: você quer ser feliz ou quer ter razão? Como quase sempre acabo ficando com a primeira opção, deixo o povo pensar o que quiser e sigo com as minhas convicções, até que a vida me prove o contrário.

    Beijos! Adorei seu blog!

    Vanessa

    http://casacozinhaefraldatrocada.wordpress.com

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    1. Vanessa, é isso mesmo! Muito melhor ser feliz do que ter razão!!
      Esse é um exercício diário, de escolher o que me faz bem - e agora, consequentemente, o que me faz bem, é bom pro baby, mais uma razão para seguirmos essa ideia, rs!

      Muito obrigado pela visita e pelo comentário!
      Vamos nos falando sempre agora ^^

      Beijinho!

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  7. Amiga, me abraça! Ah como somos iguais! rsrsrsrsrs Também estou cercada por uma penca de sem noção, amei sua ideia do Tamagochi e quando chegar minha vez usarei esta técnica! rsrs
    Beijão!

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    1. hahahha super abraço, Sra. Patty!!
      vamos juntas comprar bichinhos virtuais, que atacado deve sair mais barato, hahhaha

      Beijo grande!

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  8. Má, acho que vc está certíssima! De fato, completamente certa, não dê ouvidos a quem não te acrescenta.
    Apenas preste atenção naqueles que vc sabe que querem o teu bem e pensam diferente de vc, não necessariamente querem enfiar o dedo na ferida ou encher o saco, eles pensam diferente e, muitas vezes, o "diferente do que vc pensa" é o senso-comum em uma sociedade completamente engessada e acostumada a enxergar em blocos. Não fique chateada com os outros e não ache que fazem por mal, pq não é.
    Entendo totalmente que isso enche o saco e que a paciência acaba, vc está certa, só estou tentando fazer o advogado do diabo, para que não se estresse.

    Sobre achar que a blogosfera nos entende muito mais do que as amigas reais, eu tbm tenho essa impressão e por isso desvirtualizo bastante!!! Eu sou adepta de conhecer pessoas e fazer amizades, especialmente se seguem, mais ou menos, o que eu penso tbm, né? Meus preceitos, meus ideais de família e educação.

    Se quiser desvirtualizar, estamos aqui!! =)

    Beijos grandes, querida!!

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    1. Dani, sua linda!! Você disse tudo!!
      Tem que saber separar: quem fala porque quer eu pense de um forma engessada e pensa que vai fazer minha cabeça - e esses eu deixo pra lá e faço cara de alface.
      E quem eu sei que quer o meu bem, que só quer ajudar com o que sabe. Daí eu tenho um pouco de paciência, pelo menos tento. Hoje mesmo aconteceu algo assim, estava conversando com uma pessoa que mora longe, e ela me dando uma dica que eu já sei que não vai colar pra mim, mas vi que era de bom coração, rsrsrs. Geralmente os tons de voz e da conversa é diferente pros dois tipos. :))

      Super quero te desvirtualizar!! Vamos combinar isso por e-mail ou pelo face!! :))
      Bolota e eu já não queremos ficar no silêncio em tempo integral, tá bem melhor agora, rs...

      Beijo grande!!

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    2. e outra coisa... a partir da reflexão sobre o que a pessoa falou, vc pode confirmar a sua opinião... tb vale,

      o que enche o saco é a cagação de regra (perdoe meu francês), né?

      bjs

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  9. Sabe que adorei a ideia do Tamagotchi, ri sozinha aqui!
    É engraçado, li tudo o que escreveu e as vezes me sinto como vc, tanto que tenho muito mais amigas aqui na blogosfera do que na vida real!
    As pessoas não estão interessadas em compartilhar momentos, apenas fofocas sobre a vida dos outros, nada de interessante!
    Sabe eu criei um grupo no face de tentantes, mães e desejantes aqui de foz, e eu sempre postava noticias nele, mas sempre tinha alguém que já era mãe que vinha com 10 pedras na mão, toda vez que eu expressava a minha opinião, ou a minha vontade relacionado a criação e educação do meu filho. É triste isso!

    Que Deus abençoe seu fim de semana!!!

    Beijos pra vc e sua bolotinha!

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    1. Marjorie, a gente tem que inventar umas coisas assim pra não surtar, hahaha
      mas até que eu tenho conseguido não abrir minha boca pra quem eu já sei que não vale a pena, sabe? Isso evita muita coisa chata.

      Essa blogosfera é só amor, cada dia tenho mais certeza, hasuahusa
      Claro que é bom conversar com quem tem ideias distintas das nossas (e aqui tb tem muito isso, não é todo mundo que pensa igualzinho, óbvio), mas o que tem aqui e que me falta fora, é abertura de ouvir o diferente, sabe?

      Vamos seguindo juntas, e rindo do que não dá pra mudar, haha

      Beijo!
      Amém, que Deus abençoe seus dias também ^^

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  10. Vc esta certa de se expressar mais sabe sempre tem alguem que nao concorda ou tem opiniões contrarias admiro vc ser tão decidida continue assim acreditando e defendendo suas convicçõess bjss!!!!!!!

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  11. Rachei de rir com a ideia do tamagotchi, acho que tb quero!!
    Aqui menina já escolheram até a creche do meu filho, eu não discuto, eu sei o que quero, mas que enche o saco essa história de dar opinião, isso enche!!
    Tenho sorte de ter umas 2 amigas do meu mundo aqui que pensam parecido comigo, então é com elas que tenho conversado mto, sem julgamentos, mas tb prefiro desabafar na blogosfera!!

    Beijos!

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  12. Também me sinto muito acolhida na blogosfera! aqui do lado de fora não tenho nin-guém que compartilhe das mesmas ideias que eu. Pras mulheres mais próximas, eu sou a doida, a hippie, a índia... nem me dou ao trabalho de tocar nesses assuntos com ninguém! Sei bem como são essas respostas broxantes :/

    Concordo! não perca seu tempo com esse tipo de coisa que raras as exceções acrescentam alguma coisa pra gente!

    Maaaas confesso que não sei se vou conseguir me manter na linha e não argumentar... eu sempre tive muito problema com esse tipo de gente que mete o bedelho em tudo, sabe? Me lembro de quando tinha uns 15, 16 anos, uma prima chegou pra mim e disse: "ai, que roupa mais estranha... cruzes" e como minha língua é excessivamente afiada, mandei: "ainda bem que a roupa é minha e eu que estou usando, né? imagina se fosse sua, que chato seria." Gostei tanto da resposta e o efeito que surtiu que usei ela pra diversas situações! (que na verdade eu poderia ter deixado pra lá...) Imagina só quando for sobre minha gravidez/parto e bebê! Vixe, não quero nem ver! hahahhaha


    E amei a ideia do tamagochi!! acho que até vou copiar você quando for minha vez! hahahah

    Beijo pra tu e bolotinha <3

    Ahhh, eu qeuria muuuuuuito desvirtualizar com todas!

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