segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O lado bom

- Tá limpo, não tem mais nada mesmo (...)

Essa foi a primeira frase da médica ultrassonografista, ao ver a imagem do meu útero na tela ontem, quando finalmente fui fazer o ultrassom para me certificar que estava mesmo tudo bem comigo, fisicamente. A mesma médica, inclusive, que me deu a notícia que eu nunca quis ouvir, há 25 dias. Ela usou o mesmo tom de voz baixo, calmo e, dessa vez, até admirado, pelo que via.
E agora eu posso escrever sobre como eu estou impressionada com o poder de funcionamento do corpo feminino. Aliás, este é - se não o maior - um dos maiores aprendizados de toda essa história, e eu quero dividir alguns pensamentos com vocês.

Pode parecer contraditório, mas ter acontecido tudo do jeitinho que foi  - fisiologicamente falando - me deu muita força.
Explico: o "único" medo que eu tinha em relação ao parto, era que o TP (trabalho de parto) não progredisse e eu precisasse de alguma intervenção; porque foi exatamente por isso - medo de intervenções, soro, acessos na veia, sem que haja real necessidade (e não por rotina hospitalar e formação inadequada dos profissionais, pra dizer o mínimo), sem que ninguém ao menos escute o que eu digo - que eu comecei a minha busca por um atendimento mais humanizado durante a gestação e o parto, muito antes de decidir quando viraria tentante. Na época, eu só queria um profissional que entendesse e respeitasse a minha sensibilidade, eu só queria saber se existia uma alternativa ou se eu seria obrigada a sofrer por horas a fio em um dos momentos mais importantes da minha vida. Mas aí eu me apaixonei pelo tema e hoje sou uma amante-(quase)-ativista da humanização do parto e nascimento, apoiadora convicta de que as mulheres se empoderem de todas as formas que couberem em suas vidas (e que eventualmente permitam-se ultrapassar seus próprios limites também). Tanto me envolvi com o assunto e tanto me senti segura pelas informações que obtive, que em dado momento esqueci da minha sensibilidade - eu já pensava na coisa toda em níveis sociais, não só nessa minha particularidade.

Bom, claro que me "lembrei" da minha sensibilidade no momento em que precisei fazer os primeiros exames do pré-natal, como vocês podem imaginar, porque é uma furação que não acaba mais (ok, é só uma vez, mas são muitos exames, então demora. 1 vez ou 10, a tortura pra mim é a mesma). Não bastando que eu me lembrasse desse "detalhe", comecei a ouvir algumas vezes, quando eu dizia que teria parto natural: "mas você tem que aceitar que você pode precisar de intervenções", "você tá com essa ideia fixa na cabeça, e se você precisar?", "não dá para controlar tudo, bla-bla-bla" e todo leque de variações dessa especulação. Sem contar que quem dizia isso geralmente não se referia às mesmas necessidades que eu, quando sentia medo de ter que passar por isso de qualquer jeito; eu me referia a situações reais extremas, em que o uso de alguma intervenção intravenosa resguardasse a minha saúde e a saúde do meu bebê em primeiro lugar. Só mesmo se eu precisasse de um antibiótico, ou alguma situação em que a ocitocina sintética fosse inevitável - cesárea nem entrava nessa lista, porque nesse caso não haverá o que questionar: vão me abrir pra salvar meu filho e fim de papo (mas sim, claro que tenho medo de ter que passar por uma cirurgia, mas essa é outra história). As outras pessoas se referiam a qualquer outro motivo (como acelerar o processo pra acabar logo, ou sei lá o que). E ouvir isso, vindo assim de certas pessoas, não me ajudava em nada a encontrar um meio de lidar com o medo, só me irritava e me fazia pensar ainda mais no que eu temia, e eu sabia que só temer não adiantava, porque se eu me travasse, podia ser pior.
Eu tinha medo de sentir medo. Porque se eu sentisse medo, podia travar o processo do parto e eu teria que encarar uma intervenção que eu não aguentava nem pensar - e então me apavorava: como eu ia conseguir ser protagonista ativa na hora do meu parto, se quando estou com algo na veia fico com o braço literalmente paralisado, suando frio e tenho que me manter quieta? E então sentia mais medo. E era um ciclo sem fim. Eu precisava encontrar uma forma de saber lidar com isso e, definitivamente, ouvir aquelas frases, vinda de qualquer pessoa que fosse, não estava no pacote.
Aliás, por isso escrevi aquele texto, pra ver se encontrava um jeito de lidar com eles, caso eu não tivesse mesmo pra onde fugir (inclusive, na última consulta que tive na Casa Angela, tirei todas as dúvidas que eu tinha).

Percebam, o meu medo mesmo era do desconhecido. Não tinha como alguém me assegurar que eu não ia precisar de nenhuma intervenção no parto - isso não existe! E por ter aversão a algumas coisas, eu ficava com muito medo de ter que lidar com elas, sem ter pra onde fugir. Parando agora pra pensar, entendo as mulheres que dizem ter medo da dor ou de qualquer outra coisa no parto. Ninguém pode nos dar certeza de nada.

Pois bem, e o que me aconteceu? No mesmo dia em que eu tirei todas as minhas dúvidas sobre possíveis intervenções com a EO, mil baldes de água gelada caíram na minha cabeça. Quando a médica do ultrassom disse que eu deveria ir pro hospital dar prosseguimento e "acabar logo com aquilo" (nas palavras dela), minha cabeça ficou metade paralisada, metade desesperada. Na dúvida, desabei a chorar e inundei qualquer vestígio de consciência que me restou. Não sei se ficou claro no meu relato, mas eu realmente passei a acreditar que eu precisaria de alguma intervenção. Comecei a tentar me preparar, tentar ficar forte, porque eu precisaria ficar no hospital, iam me furar e eu não tinha como me livrar disso. Eu me sentia tão anestesiada, tão sem forças, que eu queria muito que alguém fizesse aquilo por mim; em algum momento devo ter desejado dormir e que tudo estivesse acabado quando eu abrisse os olhos novamente. Imagina, como eu iria encarar um monte de sangue sem desmaiar? O que eu tinha que fazer? O que iria acontecer em sequência? E se eu fizesse algo errado, e se desse tudo errado? Será que não dava para alguém fazer isso pra mim? E tudo isso eu pensava e sentia num curto espaço de tempo, entre o laboratório em que fiz o exame e o consultório da Betina, minha GO.
Eu não me sentia capaz de lidar com aquilo - essa é a grande verdade e só agora consigo elaborar dessa maneira. Eu não me sentia pronta para lidar com aquele desconhecido que se apresentava, sem cerimônia, bem à minha frente. Parando agora pra pensar, entendo as mulheres que querem logo de cara uma cesárea eletiva. Não ver era tudo que eu queria. (e antes que as mulheres que escolheram cesárea eletiva digam, não estou afirmando aqui que todas vocês optaram pela cirurgia pelos mesmos medos que eu senti, nem estou comparando a minha perda com o nascimento dos seus filhos, por favor!, cada uma sabe da sua história - o que eu disse é que eu consegui, por um momento, entender o medo que, porventura, alguma de vocês possa ter sentido, justo eu, que nunca entendi isso. Empatia, e não ataque). O fato é que, no meu caso, não existia "escolha": induzido ou natural, ia acontecer pela mesma via de nascimento.

Mas tinha sido também por isso que eu havia me cercado dos profissionais mais humanizados, de todos os lados. Para os momentos de medo, para quando eu me esquecesse que sim, eu acredito que a natureza sabe trabalhar se a deixarmos fazer isso. Eu realmente acredito nisso, e super defendo esta ideia, mas passar por uma situação que te tira do eixo faz com que você esqueça até do seu nome. Sentei de frente pra Betina e, à medida que fomos conversando, fui recobrando alguma consciência. Ela me disse que eu podia confiar, que o meu corpo ia agir, mas que se fosse afetivamente muito pesado pra mim, podíamos ir pro hospital induzir. Disse que a escolha era minha e que eu não precisava decidir nada naquele momento, podia pensar um pouco antes, em casa, e tudo bem. Acho que nesse momento o empoderamento que eu tinha conquistado começou a se mexer em algum canto da minha mente. A situação era comigo. O corpo era meu. A escolha não poderia ser de mais ninguém. Por mais medo que eu sentisse - e eu sentia! - do que estava por vir, eu peguei a minha crença na natureza e fui embora pra casa.

Aqui cabe dizer que a minha mãe era uma das pessoas que mais dizia aquelas frases que eu tanto detestava, que eu podia precisar de intervenção, etc. Eu ficava doida de irritação quando a ouvia dizer aquilo. E no consultório ela perguntou pra Betina o que ela indicava (natural ou induzido), ao que ela responde "natural" sem nem pestanejar. Minha mãe acatou aquilo e não tocou mais no assunto. Mais tarde, quando chegamos em casa, ela só me disse: "eu sei que a escolha é sua e você quer natural, mas se quiser, posso fazer um chá que ajuda" - e essa foi a única intervenção que ela me ofereceu: um chá.

Eu comecei a sentir as dores, resolvi encarar tudo como um trabalho de parto e simplesmente senti. Senti as dores. Senti medo. Senti tudo. Acho que isso é se entregar, no fim das contas. Quando eu comecei a me sentir travada, com medo de ver o feto e passar mal, comecei a rezar com muita fé, pedindo a Deus que me desse força para o que viesse. Eu não queria me sentir travada, porque sabia que podia parar o processo e piorar tudo. As dores vinham cada vez mais fortes e eu fazia de tudo para que elas fossem embora rápido. Eu não sabia quanto tempo duraria. Eu não sabia o que ia acontecer. Não tinham regras, nem métodos, nada. Naquela madrugada eu estive o mais perto que já cheguei do abismo do desconhecido, literalmente. Então, me preparei mentalmente para o caso de demorar (eu sempre cresço as coisas, para me sentir mais preparada), ainda mais que eu sabia que podia demorar dias até o meu corpo expelir, nem me dei conta de que, se eu estava com as dores naquela intensidade, não teria como demorar muito mesmo. Tanto que ele expeliu e eu nem percebi que era aquilo. Foi tão rápido que eu nem tive tempo de travar. Minha pressão começou a cair, eu fui me deitar, acabei dormindo por quase duas horas e, só quando acordei, conversando com o Cleber e minha mãe, nos demos conta de que já tinha acontecido mesmo.
Esperamos, então, que eu tivesse um sangramento enorme, ou coisa assim, porque a Betina tinha dito que seria mais do que uma menstruação, por exemplo. Mais uma vez, cresci aquela informação na minha cabeça e esperei "o pior". Não aconteceu. Não do jeito que eu esperei, pelo menos. Sangrei por uns 10 dias seguidos - depois ficou mais alguns escapes no meio do caminho, mas não foi a abundância que eu achei que seria. Usei aqueles absorventes noturnos e nem chegou a vazar, ou precisar trocar a cada hora. Senti umas cólicas também, mas tudo dentro do esperado. Mantive repouso por duas semanas inteiras, sendo que nos dias úteis eu não coloquei o pé fora de casa, levei a sério mesmo.

E a cada dia que passava, e para cada pessoa que eu contava, eu sentia algo dentro de mim, algo bom, quando eu focava que o meu corpo tinha feito todo o trabalho sozinho. Eu me apeguei muito a isso. Eu esperei, eu confiei, eu me entreguei  - e o meu corpo agiu! Senti medo? Muito! Mas eu aprendi, na prática, que se não tem mesmo onde se esconder, não há nada que possamos fazer, a não ser encarar o que vier. Eu me sentia numa estrada completamente escura, não sabia onde seria meu próximo passo nem o que encontraria adiante. Mas eu sabia que ficar parada não me faria chegar. A minha vontade de ver a luz novamente foi maior que o medo. E no caminho escuro e incerto que tive que passar, o único feixe de luz (ou consciência) que eu dispunha era a minha fé e as pessoas que eu amo - naquela noite, especificamente, a minha mãe.

E ontem (sábado), quando a médica me confirmou que estava tudo bem comigo, concluí, definitivamente, o meu maior aprendizado: o nosso corpo é perfeito. O meu útero está do tamanho normal já, a médica mal acreditou quando viu. Está limpo também, sem mais nada dentro.
A minha vontade é de contar essa descoberta para todo mundo. Eu sei que o que eu passei foi muito triste (e ontem chorei de novo, vendo o ultrassom do bebê - claro que ainda dói) e realmente não desejo isso para ninguém, nunca. Mas foi também a minha bolota que me trouxe essa consciência toda do poder que eu tenho guardado no meu corpo - e eu enxergo isso como o lado bom do que parece ser inteiro ruim.

- Se antes eu tinha medo de travar e dar tudo errado - hoje eu não tenho mais.
O meu corpo me deu um presente e tanto, me mostrou o que é seguir um comando seu (porque sim, quando você está imersa naquele momento, tudo que seu corpo pedir, você fará. Eu sentia tanto calor que só me restou tirar toda a roupa - e foi depois disso que aconteceu) e que ele funciona perfeitamente bem, apesar de qualquer medo que eu sinta.
- Se antes eu ficava brava com os medos da minha mãe (ou de qualquer outra pessoa) - hoje eu não fico mais. Meus pais foram incríveis! Respeitaram as minhas escolhas o tempo todo e ainda me deram todo suporte necessário para passar por isso.

- Se antes eu era super a favor do atendimento humanizado - hoje eu não quero outra coisa na vida! Reafirmou a minha certeza. Quero que todas as mulheres tenham a oportunidade de saber o que é ter a sua calma devolvida por uma médica, o que é receber um abraço apertado de um profissional num momento ruim, ou ter realmente a oportunidade de escolher o que quer que seja que será feito com o seu corpo, com todas as dúvidas realmente esclarecidas e segura de que será amparada no que decidir.
- Se antes eu admirava o meu marido - hoje eu quero me casar com ele de novo, a cada dia. Porque apesar de não o ter citado muito aqui, ele está presente em cada linha desse texto, segurando minha mão, me abraçando e, quando eu só pensava se daria conta de tudo, ele perguntou pra Betina quando é que podíamos tentar de novo - foi ali que eu me lembrei (ainda vagamente naquele instante), também, que aconteça o que acontecer, vai passar, e a vida continua.


18 comentários:

  1. Nosso corpo realmente é maravilhoso né?! Coisa linda de Deus! Na quinta conheci no Gama a Isa Canto, sua doula... amorzinho de pessoa!
    Bjs

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    1. É maravilhoso, sim, Adriana! :D

      A Isa é uma linda de tudo, rs!
      Que bom que você vai ao GAMA. Eu não tive oportunidade ainda, mas quero muito.

      Beijo!

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  2. Marina,
    eu sinto muito pela sua perda. Que você continue sendo forte o bastante para superar e que setembro seja mesmo leve e doce.
    Um beijo meu

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    1. Oi, Nivea!
      Obrigado, querida! De verdade!

      Amém, que seja leve para todos nós!

      Beijo em vocês!

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  3. Foi mesmo uma grande lição de vida essa que a sua fonte de luz te deixou. Que bom saber que fisicamente esse processo terminou bem, por completo, naturalmente. Sigo torcendo muito por você!

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    1. Obrigado pela torcida, xará :)

      A minha fonte de luz foi fundamental na minha vida, amo muito!

      Beijinho!

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  4. Mari a cada post te admiro mais!
    Muito lindo o seu post, ver o quanto você cresceu, amadureceu e aprendeu com a bolota =)
    Bjuss

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    1. Own, Má, obrigado mesmo!
      aprendi demais, né? não tem como não amar mais, mesmo com a falta...

      Beijão!

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  5. Ai Marina, que bom...que maravilha ler suas palavras. Me identifico muito...transferência pesada mesmo.
    Eu tinha pânico do parto, tinha medo de não dar conta e acabar numa cesárea (tenho pavor a ideia de ter que passar por uma cirurgia), da dor ser insuportável, do pós parto...tinha muito medo. E ali, com 38 semanas e 6 dias, tive um parto induzido. Tomei o remédio às 22h, comecei a sentir cólicas leves quase meia noite, 03h elas ficaram muito fortes e às 03:17 eu pari um menino de 3 kg e 51 cm...sem anestesia. Meu filho deslizou...foi rápido e a dor foi suportável. E aí eu percebi que sempre dei conta do recado...
    São espíritos iluminados esses, que vem nos mostrar que nossos medos são desnecessários....

    Que cada dia a vida fique mais leve e mais fácil!!!!!

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    1. Mari, obrigado por ter lido e comentado.
      A sua história mexe muito comigo também!

      Verdade, nós sempre demos conta, os nossos anjos só vieram mesmo para reafirmar isso. Vieram nos mostrar que precisamos temer, pois tudo há de dar certo, quando for a hora. Não é? :)

      Beijo em vocês!

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  6. As coisas sempre acontecem por algum motivo, mesmo que a gente não entenda na hora. A sua bolotinha te ajudou a conhecer o teu próprio corpo, a descobrir todas essas coisas que antes você não tinha como saber... Bom saber que você está com tudo ok e de repente pode, em breve, começar a pensar no futuro.
    Beijo, flor!

    http://embrevemamae.blogspot.com.br/

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    1. Verdade, Talita, só entendemos certas coisas depois de um tempo.
      E deve ter mais coisas pra eu entender, ainda mais adiante... :)

      Aos pouquinhos vou conseguindo olhar pro futuro, sim, graças a Deus!

      Beijo beijo!

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  7. E você falou "minha bolota". E eu chorei, pq não foi so o utero: tudo está ficando mais limpo. <3

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    1. Nana, que sensibilidade linda você tem.
      Tá tudo ficando mais limpo, sim - e OBRIGADO (também) por me mostrar isso
      <3

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  8. Meu casamento também mudou completamente depois que meus anjinhos se foram. Como é bom saber que temos um apoio tão lindo assim e que escolhemos pais maravilhosos para nossos filhos, né?

    Fico muito feliz em saber que tudo está se tornando mais leve. O amor sempre estará lá.

    Bjs

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    1. É maravilhoso mesmo, Loroca! :D

      Obrigado pelo carinho, viu?

      beijo beijo!

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  9. Como sempre perco o fôlego te lendo hehehe
    Você falou bolota mesmo? Ahh coração mais leve aqui...

    Amei o teu relato e posso dizer? Tirou um peso de mim, sei lá, senti tanta verdade nas tuas palavras, tanta força. Mudou algo dentro de mim.

    Um relato assim, que mostra bem o quanto o corpo é perfeito, o quanto a natureza é sábia. Não tem explicação. Te sinto mais confiante...

    Não to conseguindo colocar em palavras bem o que to sentindo...por isso vou parar de escrever, mas me emocionei muito com tudo que li.

    Beijooo

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    1. Eu faleei, Ni! Acredita nisso? *---*
      foi tão natural quando eu estava escrevendo, quase nem percebi, rs

      Fiquei toda boba aqui com as suas palavras, obrigado mesmo!
      Realmente, estou mais confiante em mim, no meu corpo. É o lado bom, não é?

      Beijão!

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