sexta-feira, 25 de abril de 2014

Tabela de meses e a barriga que só cresce

Oi, gente! Olha eu aqui de novo...

Eu estava lendo o post da Nana, com aquela tabelinha básica que a gente sempre gosta de ter por perto, para converter as semanas em meses de gestação. E aí lembrei que a que eu "sigo" é um pouco diferente daquela, então resolvi compartilhar aqui, pra quem quiser saber.

Na verdade verdadeira, pra mim, Marina, mãe da Agnes (e da bolota), esse negócio de meses é mais para os outros do que pra mim. Como dizem, é só recreativo, pra sanar a curiosidade de quem pergunta. Eu conto só em semanas mesmo. Mas como a primeira pergunta que se ouve é "tá de quantos meses?", procurei algum parâmetro pra não me perder, rs. Tem quem vai virando os meses na mesma data da DPP ou da DUM, mas como sou meio esquecida, a tabela ajuda a me localizar, rs.
Aqui está a que eu sigo. Quem me passou foi a Mari, do blog Clube da Papinha (beijo, Mari, querida!). Estamos num mesmo grupo de "Mães de Julho/Agosto" lá no face, e ela compartilhou por lá.

a única coisa é que, pra mim e só pra mim, já me sentirei com 9 meses com 38 semanas, porque a partir daí o baby pode chegar quando quiser, né, rs. (apesar que alguns já dão o sinal com 37 e alguma coisa, eu sei. E isso é coisa da minha cabeça mesmo, ninguém precisa saber exatamente o dia, rs). 

Existem várias tabelas; logo se vê que não é uma coisa bem precisa. Mas eu sigo essa porque: a maioria delas muda os meses de 4 em 4 semanas, pontualmente. Só que se todos os meses tivessem 4 semanas certinhas, eles teriam 28 dias, e não 30 ou 31. Marido foi fazendo as contas, de um jeito mais preciso, digamos assim, e super concordou com essa aí.
Outra coisa que pega pra mim é: os pitaqueiro tudo acha que bebê na barriga tem prazo de validade. Ainda mais quando vai chegando perto da reta final, se você está de 36 semanas e responde só que tá de 9 meses, já era. É um tal de "vai passar da hora", "a vizinha da cunhada do meu tio-avô esperou demais e..." blablablá, zzZZzZZzz. Se você entrar em trabalho de parto só com 42 semanas ou mais, já pensou que saco ter que ficar aturando isso? Aliás, por falar em 42 semanas, a maioria dessas tabelinhas se encerra em 40. Acho meio limitado, levando em consideração que muuuuitos bebês só nascem depois da DPP. Sei lá, acho que vai virando uma coisa meio inconsciente, a gente vai olhando e se baseando nelas, será que a ansiedade não aumenta no final também por isso? Pensando nisso tudo, eu prefiro essa tabela, que vira os meses com mais semanas e, espero, me garanta uns dias a mais de paz no final da gravidez.
Ah, sem mencionar o fato de que eu já acho que o tempo tá passando tão rápido, se eu for considerar as outras, a gravidez acaba mais cedo ainda, haha. Tô gostando de prolongar a brincadeira, mesmo que só de faz de conta.


E por falar em tempo (só falo disso ultimamente, tô sabendo), ontem marido tirou uma foto minha antes de dormir e, quando eu vi, quase caí pra trás de susto. GENTE! Que tamanho de barriga é esse?
Confiram com seus próprios olhos:



Juro que acho que o meu celular distorceu tudo, hahaha. Fiquei pedindo pra ele tirar outras, porque não estava acreditando, rs.
Daqui do meu ponto de vista, ela está menor (e pra falar a verdade, coloquei esse filtro PB pra dar uma amenizada, haha). Claro que de noite sempre está maior (depois de todas as comilanças e retenções de líquido do dia), e se eu estivesse em pé e/ou ele em outro ângulo, o resultado seria outro, um pouco diferente desse. Mas mesmo assim, me achei super redondinha, haha. Não quero nem ver a balança na próxima consulta, acho que vou falar pra Catia que podemos pular essa parte super desnecessária, kkkkkkk.

Mas falando sério agora, estou totalmente in love com a barriga. Hoje completamos 28 semanas, dá pra acreditar? É muito delícia sentir os movimentos dela, que já estão ficando diferentes de novo, dá pra perceber que ela cresceu mesmo e talvez esteja de cabeça pra baixo, ou quase assim, porque ando sentindo umas coisinhas aqui perto do estômago que acho que são pézinhos, hehe. Conversamos bastante, papai, ela e eu, e é sempre uma festa, de ambos os lados, rs. Muito louco isso de saber que nossa família ganhará (já ganhou) mais uma integrante, e que a partir de julho o planejamento de tudo será feito pra três.
Tô adorando estar grávida, de verdade. Como bem disse a tia Ni: é um amor que enche a barriga! <3 <3

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cá estamos nós ...

... prestes a completar 28 semanas de fabricação de pessoa aqui na barriga. Continuo com a clara sensação de que o tempo resolveu galopar em direção a julho, cada dia parece que passa mais rápido, nossa! Mas tá gostoso e tá dando pra curtir um bocado essa fase, é muito delícia!

Como deu pra perceber no post anterior, eu estava (estou...?) imersa num mar de introspecção, questões e outras coisinhas mais. Aliás, muitíssimo obrigada pelos comentários e pelo apoio, mesmo! Andava com a cabeça cheia, dormindo mal, pensando e fazendo várias coisas, minhas olheiras já estavam de panda, rs. Dia seguinte tive um encontro com uma doula linda, linda. Conversamos por 1 hora e meia, e eu percebi o quanto estava precisando daquilo. Conversar com alguém bem de fora, mas que fosse capaz de entender a minha visão de mundo etc e tal. Foi ótimo!! Saí com dicas para dormir melhor, uma respiração para acalmar e me sentindo bem mais leve. Acho que relaxei. Eu já tinha entendido e percebido claramente que precisava desacelerar o ritmo, que vinha de uma fase super frenética, e esse encontro só ajudou. Aí, ainda naquela semana, a roda começou a girar e as coisas estão acontecendo, finalmente, e se encaixando do jeito que tem que ser. Não do jeito ideal, óbvio. Mas do jeito que é pra ser agora. 
Ainda no feriado de Páscoa eu havia decidido que essa seria minha semana de descanso e de cuidar de mim, e assim está sendo. Já estava na hora de voltar minhas atenções pro que que tá rolando aqui dentro - física e psicologicamente, e incrível como esses pequenos nos dizem mesmo quando é hora de acelerar e quando é hora de dar uma pausa. Está sendo muito bom. Meu sono e minha alimentação já melhoraram super. Um dia de cada vez, naquele esquema que funciona por aqui. Corpo e mente agradecem - e a pequena também.

Por falar nela, preciso registrar que tenho certeza absoluta que ela tá dançando frevo aqui dentro. Só pode ser isso. A pessoa mexe, se remexe, se revira interinha, não sei como não cansa, haha. Já ouvi muito algumas mães dizendo que seus bebês ficaram na posição de nascer (cefálicos) praticamente 100% da gestação, sem surpresas. A Agnes não. A Agnes gosta de tudo com emoção. No morfológico do 2° tri ela estava muito bem sentada, obrigada. Já aconteceu, em consulta, dela fugir do sonar. Ou de, enquanto a obstetriz está apalpando o útero ela estar numa posição, quando pega o sonar para auscultar, ela já ter mudado. Dá pra ver claramente ela fazendo festa aqui dentro, só de olhar pra barriga, e agora que eu sei identificar melhor os movimentos, dá pra saber que ela não tem paciência de ficar parada, não. E assim seguimos, sem saber se alguma hora ela sossega de cabeça pra baixo, ou se vai ficar no ritmo ragatanga até nascer (depois que nascer nem comento agora, abafa o caso, kkkkk). A parte fofa toda vida é a relação dela com o Cleber. Ele põe a mão, ela mexe, às vezes de leve, às vezes forte. Ele conversa, ela responde. Sério, é toda vez. E eu sempre acho lindo!

Com tudo isso, só tenho a dizer que ainda bem que não organizei um chá de qualquer coisa, porque seria mais ou menos nessa fase. Não estou com ânimo para festas, nem em ser o centro das atenções, definitivamente. As coisas realmente acontecem da forma certa, amém. Em compensação, vou aproveitar esses dias pra adiantar as coisinhas que eu mesma vou produzir pra pequena. Enrolei um monte, já tenho vários materiais, mas agora vou começar mesmo. Em breve vou fazer umas fotos da barriga, coisa que faço questão de registrar com lentes e olhar profissional. <3

Finalmente desencantei na escolha do carrinho e do bebê conforto e consegui comprar \o/ Eu pensei que nem ia ter nenhum, visto que sou super a favor do sling, colo em livre demanda e tal e coisa. Mas para alguns momentos acho legal ter, sim. Então, depois de muita pesquisa e indecisão, optamos por um dos primeiros que eu tinha gostado (clássico isso, haha). O bebê conforto encaixa na base do carrinho, do jeito que eu queria. Um é vermelho e o outro é preto, mas e daí, né?! O importante é que eu gostei, haha. Comprei numa promoção na internet (mas já tinha visto e analisado os dois ao vivo, na loja) e quando chegou, montamos pra ver se estava tudo certinho. Quem disse que eu queria desmontar e guardar depois? hahaha. Ficou até o outro dia lá no quarto, depois colocamos na caixa de novo. 
A quem interessar possa, é o Loola Up, da marca Bebé Confort, e o bebê conforto da mesma marca :)

                              
Bebê conforto vermelho, pra arrasar por aí :P

                                        
Pretinho básico ;)

Quanto aos sintomas físicos, tá tudo indo bem também. Apesar de estar meio cansada e ter sentido essa necessidade de ficar quieta agora, a barriga ainda não pesa, tá super tranquilo abaixar, levantar e lavar o pé :P
No comecinho da gravidez, enjoei feio de café. Só voltei a tomar há pouco tempo, e só tomo no café da manhã, com leite. Mesmo assim tenho sentido que a pequena não gosta muito, não, então tô tentando diminuir ainda mais. E não sei se tem a ver com a minha calma, mas a vontade de comer doces diminuiu muito essa semana. Até enjoei um pouco esses dias, e foi quando percebi. Andei tendo muitos desejos doces, mas agora tá super tranquilo, tanto que nem abusei na Páscoa.
A barriga deu uma crescida, acho eu. Também, com tanta animação aqui dentro, ela precisa de espaço, hehe. Tenho passado bastante creme e óleos para tentar evitar ao máximo as estrias, e por enquanto tem funcionado. Não vou comemorar nada ainda, porque tudo pode mudar, e não vamos ficar falando pra não atrair, kkkk. Olha só como estamos:

semana passada, com 26 semanas e 6 dias


Ai, acho que é isso, por enquanto. Já já eu volto com mais trololó!
Tá tudo bem aí com todo mundo? :)

terça-feira, 15 de abril de 2014

Gestação: caminho para dentro

Que eu sou uma pessoa intensa, que gosta de remexer no que está sentindo, buscar novas visões e entender bem o que se passa aqui dentro não é nenhuma novidade pra quem me conhece ou me lê. Isso acontece por uma série de motivos que, se eu fosse explicar direitinho, daria um (ok, mais de um) texto a parte. O fato é que eu sou mesmo assim e tudo bem, gosto disso. Só não sabia que isso mudaria um pouco quando eu engravidasse.

Na verdade, é meio complicado tentar explicar, porque como ainda estou no meio do processo, não sei em que pé estamos ou o que aprenderei com tudo isso. A sensação que eu tenho é que passou um vendaval surpresa por essas bandas e que ainda estou perdida. Percebo que há muita coisa para ser arrumada, limpa e organizada, mas é difícil saber por onde começar, tamanha bagunça do local. Aliás, isso aqui faz parte do começo da organização. Escrever, pra mim, é arrumar a casa, colocar cada coisa em seu lugar.
E não que seja uma coisa muito grave ou um problema enorme. Mas viver o novo, mesmo que seja cotidiano, faz a visão ficar mais apurada mesmo, não tem jeito. A prática é bem diferente da teoria, isso eu constato todo dia. E sim, isso mexe com o que a gente já sabe sobre nós mesmos. Ou melhor, com o que achamos que sabemos. Estar grávida é exatamente esse bagunçar de certezas. Ou é a maternidade, no geral, que é? Também não sei se isso acontece com todas as mulheres e só algumas é que decidem dar ouvidos a esse barulhinho de inquietação e ir investigar, ou se tem mulher que é mesmo super prática e bem resolvida. Fato é que eu tentei ignorar e colocar outras coisas em cima, mas não deu.

Lá atrás, quando comecei a estudar sobre gestação, parto e nascimento, fui criando uma espécie de base, que foi crescendo e se transformando claramente no que eu queria e desejava. Que demais!, eu pensava. Pude decidir isso assim tão cedo, imagina só, tem gente que só se dá conta do que realmente quer com 30 semanas pra lá, que bom que vou ter mais tempo pra me organizar.
ha-ha-ha.
Que tolinha que eu fui, achando que já estava assim tudo pronto, que a vida organiza a estrada dessa forma tão certinha pra gente só chegar e passar. Claro, por eu já ter muita informação e realmente já saber o que queria, muita coisa ficou mais fácil, sim. Já sabia desde o começo o que priorizar, aonde ir, com quem falar, quanto ter. Ter tudo encaminhado foi mesmo uma mão na roda, não posso reclamar. Mas eis que eu engravido e descubro, no meio do processo, que existem outras questões a serem abordadas. Questões que eu não encontrei em nenhum blog ou livro, pelo simples fato de serem só minhas. E que essas questões poderiam interferir, mesmo que indiretamente a princípio, nas decisões anteriores. E que só quem pode escolher alguma coisa sou eu, porque né?! empoderamento tem dessas coisas - e que ótimo que tem! Só que nem sempre é fácil escolher, esse é o ponto. Nem sempre é possível mudar uma rota assim, quando já se está pra lá do meio da linha de partida (e de chegada também). Nem sempre é fácil quando existe um prazo. E aqui está a minha principal questão: nem sempre é fácil quando existem outras pessoas envolvidas. Não só você. Não só você, seu bebê na barriga e seu marido. Outras pessoas. Ao mesmo tempo em que eu tenho plena consciência de que toda essa escolha está numa esfera muito pessoal e que não posso deixar de fazer, o que quer que seja, por causa da opinião de terceiros, também sei que bater de frente com o que se apresenta como obstáculo nem sempre é a melhor solução. É preciso saber dosar as coisas, e é nisso que consiste a bagunça que tenho que arrumar.

Na realidade, tudo isso tem muito mais a ver com assuntos pessoais e bem menos com o parto em si, ou com a gestação toda. Nem só de processos fisiológicos, nutrientes e semanas se faz um bebê. Ou melhor, nem só de processos fisiológicos, nutrientes e bebê se faz uma mãe. Ou melhor, nem só de processos fisiológicos, bebê e maternidade se faz uma nova mulher. Ah, acho que deu pra entender. Existem outras coisas. Existe aquilo que você acha que já está super bem resolvido, mas que é só numa situação dessas - com muito hormônio e alguma reflexão envolvidos - é que realmente vêm à tona e você percebe que não, não está super bem resolvido coisa nenhuma. No máximo estava pré-resolvido, com alguma decoração em volta, disfarçando e fazendo as vezes solução. Só aí você se dá conta da poeira que mora debaixo do tapete e o tamanho da faxina que terá que fazer, se quiser realmente viver num lugar limpo e parar de ter problemas respiratórios de uma vez por todas.

Quando você tem aquele click e de repente sabe de onde vem aquele tal barulhinho que não te deixava em paz, quando os acontecimentos são nomeados, eles passam a realmente existir, não é mais uma sensação ou uma ideia da sua cabeça. Você sabe pro que está olhando. E sabe, pelo menos a princípio, o que deve ser feito. E aí você chega em outro abismo: o saber o que fazer e a ação propriamente dita. Não sei se conseguirei construir essa ponte a tempo, porque realmente existem fatores externos que não sou eu quem comando. Isso me dá um certo desconforto, mas é preciso começar.
Posso deixar pra amanhã, pra depois que o bebê nascer? Claro que posso, a decisão é mesmo só minha. E poderia até ser mais fácil desse jeito. Mas quero ver é juntar fácil e maternidade na mesma frase - é quase um erro de concordância. Quero ver é dormir tranquila numa bagunça dessa.
Não faço ideia do que vai acontecer logo ali adiante. Mas pra saber só mesmo indo, não é? Então eu vou.


                                    
O caminho das pedras vai dar no mar.
Né?

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Notícias do lado de cá

Então eu sumi, né gente?
Tanta coisa aconteceu que eu nem sei por onde começar os registros e devaneios... Fiquei aqui pensando em assuntos que cabiam num post, aquela coisa bem organizada e leanda, mas como nunca começo - o tempo tá complicado aqui - vamos fazer um apanhado geral de como andam as coisas por essas bandas de cá o//

- 25 semanas e 5 dias de gestação. CÉUS! Esse timer aí do lado me diz que, exatamente hoje, faltam 100 dias para a minha DPP. Gente, 100 dias é amanhã! Onde eu estava que não vi esse tempo passar? rs. Não estou ansiosa em relação as compras e arrumações que ainda faltam, vai dar tempo de tudo, com certeza. E outra, o essencial ela já tem: mamãe (ou seja, muito colo e leite), papai e fraldinhas lindas para usar. Mas fico pensando que daqui a pouquinho ela vai estar desse nosso lado do mundo, tudo vai ser tão novo, tão intenso, e juro pra vocês: às vezes parece que a ficha ainda não caiu (oi, lerdeza, haha).

- Quer dizer, se eu tivesse escrito isso no fim de semana talvez eu estivesse ansiosa, sim. No sábado saímos, minha mãe, marido e eu, para darmos um up no enxoval da pequena. Compramos roupinhas, cobertor, meias, toalha, uma lindeza sem fim. Aí fiquei pensando em tudo que ainda falta e nossa! a minha constatação é de que: o mundo capitalista vai engolir todos nós. Você vai entrando na onda, vendo tudo que supostamente vai precisar, vendo quanto custa cada item e quando vê já está doidinha com esse mar de coisas. A sensação que eu tive, no sábado, foi de que não daria tempo de conseguir tudo. E isso porque eu já sei de muita coisa que não quero, pelo menos por enquanto. Se eu fosse seguir uma lista pronta, estava ferrada - e falida! Mas já passou, já voltei a mim e tá tudo bem de novo, hehe.

                                             
parte das peças da pequena: por um mundo infantil bem colorido e confortável \o/

mas pra não dizer que é tudo unissex, temos umas peças beeem menininha :P

fraldas de pano: a coleção tá crescendo :D


- Por falar em enxoval e preocupações, lembrei dazamiga tudo linda e empoderada que estão totalmente alheias a essas coisas de consumo, focadas no parto, no corpo, no ato lindo de gestar, parir e amamentar. Divas! Eu, que sou uma pessoa bem bagunçada, estou vivendo um pouco dos dois lados, hahaha. Na verdade é assim, não estou com os dois pés enterrados nas compras, por motivos de 1) não tenho paciência de comprar tudo só pra falar que comprei, ainda mais com alguns pensamentos que tenho, 2) sim, estou pensando super no parto; meu foco, inclusive financeiro, sempre foi esse, desde o começo, e 3) não tenho verba nem espaço para tudo isso (em outras palavras, minha casa não é depósito, rs). Mas preciso dizer também que pensar nas coisinhas dela está sendo uma parte bem gostosa da gestação, sem contar que é uma fase né?! Quero viver tudo, pacote completo. No começo eu não estava nem aí, achando cedo demais pra qualquer coisa. Mas agora as coisas estão fluindo e tá muito bom. No momento estou num dilema pra saber qual carrinho comprar, visto que não quero um duro (Cleber e eu sempre achamos os carrinhos e bebês confortos duros demais, veja só que paradoxo, rs), mas também não pode ser mais caro do que o meu parto, né?! Quanto mais eu pesquiso, mais confusa fico, porque são trocentas mil opções, então estou aceitando indicações :)

- Sobre os meus sentimentos em relação ao parto, muita coisa tá mudando e pretendo escrever um post só sobre isso, até pra me ajudar a ver tudo em perspectiva. O que já digo desde já é: está tudo lindo e decidido, só que mais ou menos. Algumas mudanças estão começando a acontecer, e com certeza isso é um reflexo da mudança que também ocorre aqui dentro. Percebi que algumas coisas estavam meio automáticas e não estavam me agradando mais - e ainda bem que estou sempre atenta a alguns sinais, porque deixar as coisas rolarem em vão, ao sabor do vento, não é muito a minha praia, preciso eu mesma trilhar o meu caminho. Ou seja, hora de rever alguns pontos. Pra que deixar tudo como está se podemos melhorar, não é  mesmo? E já descobri, agora mais do que nunca: a busca por um parto respeitoso e natural passa dentro do caminho do autoconhecimento. Não é fácil, mas vale muito a pena.

- Fisicamente está tudo bem. Tô fazendo os exercícios duas vezes por semana, ou melhor, alguns dias eu faltei, mas tô persistindo. A barriga deu uma crescidinha e já sinto o pesinho dela mais pra cima também. Minha pele está fazendo com que eu me sinta com 13 anos, esses hormônios estão mesmo uma loucura, mas é o que tem pra hoje, então vambora. Dei uma derrapada na alimentação esses dias, mas já tô voltando pros eixos, ou pelo menos tentando, porque a balança já sentiu um pouquinho disso, haha. Devo repetir os exames do segundo tri em breve, dedos cruzados para estar tudo em ordem :)

- Tá tudo lindo com a Agnes, graças a Deus. Ela se mexe bastante e, pasmem, em alguns momentos já dá pra ver só de olhar pra barriga, sem precisar colocar a mão. Eita menina animada! rs. Fica especialmente feliz depois que eu como e bem animada a noite também. Como pode, né?! Tão pequenininhos, esses bebês, ainda em desenvolvimento, e já tão amados e serelepes. É uma delícia interagir com ela, muito amor por essa fase em que estamos! <3


Olhem só como estamos crescendo *--*


Ufa, acho que por enquanto é isso. Vou tentar escrever com mais frequência de novo, porque me faz bem.
Sorry por não ter respondido os últimos comentários, as coisas andaram conturbadas (e se der, depois eu conto o que houve). Mas vamos voltar ao normal, ieba!!